novembro 2013

Gestão do conhecimento, não. Com conhecimento, sim.


Nesta compilação de aulas ministradas, há cerca de dois anos, em uma agência governamental, apresento uma serie de definições que, de certo modo, marcam uma fase de minha carreira de consultor. Numa onda bastante pragmática, apresento à plateia um modelo careta de gestão do conhecimento, mas já vou dando sinais do esgotamento desse veio que, apesar de aperfeiçoado desde 1999, tive que ressiginificar após os estudos sobre redes.

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O que seria de mim sem essa ferramenta espetacular chamada de “óculos”?

Foto de Adriano Salimon

Foto de Adriano Salimon

Faz mais de 20 anos, vi, em uma daquelas tevês pequenas e portáteis, um filme cujo começo mexeu com minha cabeça. Não adianta me perguntar qualquer outro detalhe senão os que lhes contarei, pois não me ocorre mesmo muita coisa. Mas lembro-me, claramente, de como fiquei irritado com o modo como a imagem tardava a entrar em foco, tendo eu que “ler” o contexto pelos sons e silhuetas. Era uma paisagem sonora modorrenta e havia o cacarejar de galinhas e ranger de madeira, de peças de metal. A câmera era subjetiva e uma voz, vinda de longe, saudava o protagonista.

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“Cru”, um filme bem cosido por Jimi Figueiredo. É com “s” mesmo.

Gostei muito do filme “Cru”, de Jimi Figueiredo. O longa parte de uma história bem tramada, com roteiro baseado em peça de Alexandre Ribondi, que faz a gente se manter tensa de cabo a rabo, tentando decifrar cada ruga surgida nos rostos dos protagonistas, quase sempre enquadrados em close. A fotografia de Alexandre Magno é consistente e as escolhas técnicas conformam um elemento determinante na construção dos climas e lugares visitados pela trama. A atuação é também convincente, sobretudo no caso de Chico Sant’Anna e Sergio Sartorio.

O ceguinho da rodoviária encontra um bicho novo chamado sampler

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Foto: Susana Dobal

1989 – Composição experimental para trilha sonora do vídeo  “Brasiconoscópio”, de Mauro Giuntini. Montagem com áudio direto (músico de rua, ferramentas de conserto de ônibus, semáforos) gravado por David Pennington com um Nagra (o aparelho em tela foi aquele usado para o som direto da série Perdidos no Espaço, comprado por David em Hollywood) e manipulações em sampler monofônico produzidas no estúdio Audiofidelity.